sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

esse silêncio

nada me assusta mais que o silêncio.
o silêncio me faz mais medo que esse sol que judia e inibe até as poesias.
o sorriso mais distante que os pensamentos que divagam no infinito e alguns momentos bacanas surgem nesses almoços com o joão que é aroldo que é pereira que faz um parangolé.
amo esse kara.
odeio esse kara.
amo esse kara.
joão que é aroldo que é pereira, como eu, longe de seu amor e distante do universo mas catando os sorrisos debaixo desse sol sempre quente.
essa poesia serve para que?
não conseguí matar o presidente.
não conseguí um sorriso de zifina.
um sorriso sincero que quero.
olho para joão que é aroldo que é pereira e,
como ele
queria ser um kamicase desse vermelho que é o amor.
so não quero atirar no meu pé joão!
não bateu um medo quando você suicidou o amor?
te amo joão.
te odeio joão.
te amo joão.
joão que é aroldo que é pereira...
não fui ao cinema.
não desfilei minhas mãos bobas entre as pernas dela.
nem excitado fiquei.
irei ao cinema viu joão?
zifina não me convidou para ir ao cinema. eu vou ao cinema.
joão, quando eles te devolverem seus 2.000,00 você me paga uma pizza de banana?
leva wander não!
ele lambe o prato na frente de todos!
dona juscelina linda de olhar triste sente seu silêncio.
eu também amo dona juscelina. dona juscelina é punk.
joão que é aroldo que é pereira.
te amo
mas te odeio
mas te amo.
façamos nos entender joão;
precisamos romper esse silêncio e irmos ao cinema.
você e sua flor.
eu e minha flor.
precisamos criar juizo joão.
ana clara/ana victória/ítalo/luã/maíni
me chamam.
joão eu te amo
mas te odeio
mas te amo.
nem 01 vinho anda acontecendo.
quero meus poemas e meus cantos desafinados.
quero dona tereza sorrindo e meus sonhos tortos acordados.
fica subentendido então joão
que precisamos dessa porra de poesia e que,
te amo
mas te odeio
mas te amando ao quadrado.