quinta-feira, 9 de setembro de 2010

assim e assado

quando tiveres algum problema,
quero fazer parte da sua vida.
seus problemas também serão os meus,
não dormirei pensando naquilo que tira seu sono.
assim morre o EU e nasce o NÓS.


“as vezes tento mesmo não devendo, entender Deus. tento entender porque ainda existe a raça humana. é tão sem sentido essa existência. essa espécie nula. entre máscaras e acordos, o faz de conta dos torpes. a arte subjetiva tapa a boca desse espécie tão abstrata. não faço acordos. não traço planos. não me rendo. posso até morrer um gauche mas jamais um puto. por amor morri em 1999. por amor morri em 2006. por amor renasci em 2010. outras mortes poderão vir. sempre ressurgirá uma fênix. não desenho o meu caminhar sobre o pensar alheio sobre mim. desenho os meus caminhos e todos os seus contornos ao som e cores das pessoas que amo. o passado nunca se faz presente no meu presente. o meu futuro quero que aconteça sem premeditações. quero correr os riscos. assim saberei que realmente mais que respirei, vivi.”